
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
E as férias do blog chegam ao fim.

sábado, 11 de setembro de 2010
Apenas o fim - O bloco do eu sozinho...

O roteiro é interessante, mas não tem quase nada de inteligente. Não é uma coisa de Quentin Tarantino, em que o cara joga o verde e se você pegar, parabéns, se não, perdeu playboy. Matheus Souza simplesmente tacou no liquidificador sua infância e adolescência, como se o filme fosse uma desculpa para homenagear toda a sua vida. Não que isso seja ruim, a história é até bem interessante só que o problema é que os diálogos ficaram meio forçados. Se esse é, como foi dito, o "retrato de uma geração", eu e todos os meus amigos não se encaixam nessa tal geração, me desculpe.
O que eu mais gostei foi da direção mesmo. Não sei se foi por falta de equipamento, por estilo, sei lá, mas o filme é quase todo filmado em planos longos. E eu adooooooooooooro planos longos, acho que é a melhor maneira de ver realmente o ator trabalhando e não naquela corta-corta sem fim. Ficou com a maior cara de teatro, o que combinou com o jeitão meio alternativo do filme.
Assim, acho que o cara tem mérito. O filme é fofo - bobinho, mas fofo - e para quem não teve quase nada de patrocínio e filmou tudo com as câmeras da faculdade, até que saiu um trabalho bem legal. Pena que tem gente exagerou quando elogiou o cara. Se eu não tivesse escutado esses comentários, talvez eu tivesse gostado bem mais.
P.s. 2: Eu sei que a PUC inteira vai me matar se ler esse post. Eles realmente são completamente fãs do filme, mas fazer o quê. Gosto é gosto. Mesmo que eu ache que sou a única pessoa na face da Terra a criticar publicamente o filme.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Quando o que já é bom fica melhor ainda.

sábado, 10 de julho de 2010
O primeiro 3D a gente nunca esquece.

Shrek para sempre é, creio eu, uma tentativa de resgatar esse espírito e fazer um pedidão de desculpas pros fãs da série. Ninguém ia gostar de pensar que o fim do nosso amado ogro, Fiona, Burro e Gato de Botas era aquela coisinha meia-boa e sem graça. O quarto filme da série e primeiro com tecnologia 3D é muito divertido. Ainda não tem o humor inteligente, mas pelo menos você ri à beça durante a sessão. E, sim, não são só as crianças que acham graça no filme, não. Eu e minhas amigas Ana e Flavi, assim como vários adultos no cinema também achamos muita graça porque o filme tem algumas cenas inteligentes.
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Top 10 - Filmes adolescentes americanos.

sexta-feira, 4 de junho de 2010
Viva o politicamente incorreto, PORRA!

terça-feira, 25 de maio de 2010
TOP 10 - Os mais gatos do cinema.
Bom, aí vão: Os homens mais bonitos do cinema, pela jornalista Marcelle Soares. Ou seja, eu! :D

• Humprey Bogart - quando vi 'Casablanca' pela primeira vez me apaixonei. Outro que é um charme só. Mais do que beleza física propriamente dita, ele tem aquele olhar 43 que mata qualquer uma.
• Marlom Brando - esse é um ícone. É só olhar a foto ali embaixo e saber porquê.
• Brad Pitt - eu nem vejo tanta graça nele, mas admito que ele é realmente muito gato. É bom ator, lindo fiscamente, inteligente e carismático. Além de paizão e maridão! Ah, essa sortuda da Jolie!
• Tom Hanks - ah, eu acho ele bonitão. Claro, agora tá velho e meio caído, mas o que dizer daquela carinha fofa de filmes como 'Splash' e 'Um dia a casa cai'? Até em 'Naufrago' ele tá bonitão! Esqueçam o barbão e prestem atenção no tanquinho!
• Al Pacino - o que é Michael Corleone? Eu queria ser a primeira dama da Máfia!
• Clint Eastwood - o que dizer dele nos filmes werstens, de chapéu, barba e arma na mão, olhando para a câmera com aquele carão? A gente se apaixona pelo anti-herói só porque é ele!Agora, além de beleza, o Clint tem uma voz que, peloamordeDeus, é absurdamente sexy!
• George Clooney - Esse daí é como vinho: vai ficando mais bonito com o tempo. Ai, George, viva muitos ainda, hein!
• Russel Crowe - um brutamontes. Mas vai dizer que não achou tudo ele em 'Gladiador' naquela roupa sexy mostrando as pernas, todo suado, defendendo a honra da esposa?
segunda-feira, 17 de maio de 2010
"The Goonies" - como é bom ser criança!

domingo, 25 de abril de 2010
"Moulin Rouge!" - Espetacular, Espetacular!

Existem diversos aspectos a serem elogiados no filme. E terei que me controlar para não fazer um post enorme! - pensa, Marcelle, você é jornalista. E o lema do jornalista é concisão, concisão e concisão. Então, vam'bora. Primeiro, as atuações. Nicole Kidman está linda e maravilhosa! Ela encarnou a Satine de tal maneira... E o Ewan McGregor? Charmoso, o perfeito herói romântico que qualquer mulher se apaixonaria. Aliás, eu mesma me apaixono toda vez que ouço ele cantar "How wonderful life is now you're in the world!". Outro personagem marcante é o Toulouse, interpretado por John Leguizamo, que foi um importante pintor e litógrafo e dá um toque de humor maravilhoso ao filme. E tem um cara que não tem uma única fala, o capanga do duque que, apesar de portar uma arma o filme todo, é muito carismático! O cara não precisou falar um ai nas duas horas para ser um personagem marcante. Mérito pro ator!
Em segundo lugar, é preciso elogiar a direção de arte do filme. Poucas vezes eu vi cenários tão impecáveis quanto em "Moulin Rouge". É simplesmente deslumbrante ver o cabaré, as dançarinas, o "Elefante" até o apartamento simples que Christian e os outros revolucionários moram. A fotografia também é linda é propositalment marcante. Os momentos alegres são cheios de tons avermelhados e as cenas tristes têm aquele clima azulado. O contraste entre o iluminado e o escuro força o expectador a acompanhar, como em uma montanha-russa, o clima do filme todo. E assim nós vamos, ficando alegres quando Satine e Christian estão alegres, tristes nos momentos deprimentes. Talvez a única excessão para isso seja a importantíssima cena no final, que não vou contar pra não estragar. É uma cena triste, mas que acaba tendo cores vivas por força da situação.
A direção frenética e louca de Baz Luhrman também é show de bola. A mistura do século XIX com elementos atuais não ficou forçada. Muito pelo contrário, ficou hiper original, deixou o musical mais divertido e envolvente. E, claro, divertissímo. Impossível não rir na cena em que o dono do cabaré canta "Like a virgin" da Madonna. Isso só para citar uma das inúmeras músicas atuais que compoem a linda trilha sonora do filme, ao lado, é claro, das músicas românticas do casal principal. As danças, o can can, as românticas, o tango, tudo foi maravilhosamente ensaiado e maravilhosamente filmado fazendo com que fique maravilhoso de assistir.
Enfim, "Moulin Rouge" é um super musical, envolvente, emocionante e muito divertido. A história aparentemente comum e tantas vezes mostrada - o amor proibido - ganha novos contornos nesse musical pralá de moderno. Maravilhoso, estupendo, exuberante, charmoso, atraente e hipnotizador. São tantos os adjetivos que se encaixam na descrição desse filme... Eu poderia ficar posts e posts aqui descrevendo o quão marvilhoso ele é. Mas não precisa, seria chover no molhado... Só preciso dizer uma coisa: se você ainda não viu, ahh, arrume uma Nina na sua vida! Porque, como não se pode viver sem amor, não se pode passar pela vida sem ter visto "Moulin Rouge"!
terça-feira, 6 de abril de 2010
Armargedon? Impacto Profundo? 2012? Não, 05/04/2010!
quinta-feira, 1 de abril de 2010
"Laranja Mecânica": um pouco da velha ultra-violência.

Como toda lenda, "Laranja Mecânica" sempre foi cercada de mistérios. Teve uma época que ele só podia ser visto escondido, emprestado por baixo dos panos, como se fosse contrabando, com uma imagem péssima, a gravação da gravação. Tudo porque algumas pessoas começaram a achar que tudo aquilo que aparece era como se o Kubrick estivesse dizendo "Olha, que legal! Estuprar e espancar!". Claro que não era isso; mas as cenas eram tão fortes e tão reais para a época, que gangues começaram a se espelhar. Quem aí nunca ouviu falar da famosa cena do estupro ao som de "Singing in the rain", por favor saia do blog e se mate. Qualquer reles mortal já pelo menos ouviu o eco dessa história. Na época, os garotos começaram a cantar essa música em seus estupros. E a culpa caiu para cima de quem? Mr. Stanley Kubrick, que se tornou o "responsável" pela onda de violência que se instaurou. Por esse motivo, ele se viu obrigado a retirar o filme. E durante muitos anos, "Laranja" foi sinônimo de mistério; aumentado pelos boatos de gente que saiu vomitando do cinema durante as exibições.
Claro que, pros padrões atuais de carnificina alá "Jogos Mortais" e seus discípulos, "Laranja Mecânica" é brincadeira de criança, filme da Tela Quente. Porque simplesmente tripas não escorrem e não tem nenhuma cabeça aberta com o cérebro à mostra. Então, você me perguntará, por que diabos tanto drama? A questão central é exatamente essa: Kubrick nunca deixou nada à mostra. O terror psicológico de você quase-ver, quase-chegar-lá, ou só ouvir os gritos da pessoa atacada é pior do que ver a coisa em si. Na supracitada cena do estupro, a gente nem vê o estupro em si. Mas aquela preparação... Já dá arrepios...
Quando chega a parte do tratamento, a coisa piora. A tortura que fazem ao Alex nos atinge também e, juro, você passa a quase ter pena dele. O sofrimento psicológico é mais forte e mais intenso que a tortura física que ele causou nas pessoas. E ele sofre, sente dor de verdade, náuseas. E você lá, junto com seus anti-herói. Esse é outro fato interesse no filme: você torce pelo Alex. Mesmo sendo contra todos os seus princípios torcer por alguém como ele, mentiroso, violento, estúpido e cruel. Ele faz aquelas atrocidades na primeira parte do filme por pura e simples diversão. E agora você me pergunta: como torcer por um cara desses? Pois é, mas você torce. E muito.
terça-feira, 23 de março de 2010
Um pouco de tudo em um post só.
segunda-feira, 8 de março de 2010
[Correndo...]
Espero comentar melhor outro dia e PROMETO MESMO que esse blog vai ressurgir das cinzas. Como a Fawkes!
Beijos porque eu tenho que ir: minha aula vai começar! :D
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
"Kinsey: vamos falar de sexo"

terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Efeitos especiais e...?
Explicando o filme: o planeta Pandora está recebendo militares cujo objetivo é se apossar de uma mina muito preciosa que está bem embaixo da moradia dos aborígenes, os Na'vis. Junto com eles, um grupo de cientistas tenta estudar as estranhas espécies do planeta e a relação dos indígenas com as plantas e os animais. É algo mais do que simples respeito, é como se fosse uma rede, repleta de ligações, como o próprio cérebro humano. Nesse cenário surge Jake Sully, um militar que está paraplégico e vai parar em Pandora para continuar o estudo iniciado por seu irmão que foi assssinado durante um assalto. Como o DNA deles é igual, ele pode usar o Avatar - ser criado pela mistura do DNA humano e dos Na'vis - que tinha sido feito para o irmão.
A partir daí começa aquela história toda: homens maus que só querem as terras indígenas; um homem que, a princípio tinha esses mesmo pensamentos, mas que depois se apaixona pelas tradições e por uma nativa, muda de lado e desencadeia uma grande guerra. Guerra com direito a super aviões, helicópteros ou naves espaciais esquisitas com duas hélices (!) que, segundo a Ana, é só pra ficar maneiro! Mas pera ae, isso tudo de índio, guerra e amor entre raças diferentes me lembra.... "Pocahontas"!! Pois é, eu tentei, eu juro que tentei, mas para mim Jake Sully era John Smith e Neytiri era a índia Pocahontas, casal que tanto povoou minha imaginação lá pros meus cinco aninhos *-*
Eu nem preciso dizer nada dos efeitos. É algo além das minhas palavras. Completamente, absurdamente, inteiramente espetacular. E olha que eu nem vi em 3D, hein? Todas as sessões já estavam lotadas e nós ficamos de fora. Imagina ver aquilo em 3D? Já é real demais em 2D. O planeta é lindo, todos aqueles bichos alá Pokémon também e, claro, fica a sensação de que tudo é real, que, caso a gente arranje uma super nave espacial, podemos ir parar e Pandora. sim, retiro o que disse sobre "2012". Nenhum outro filme tem chance de ganhar o Oscar de Efeitos Especiais concorrendo com "Avatar" - só "2001 - uma odisséia no espaço", mas aí também já seria sacanagem. Com esse ninguém briga...
Agora, eu acho que podia ter algo mais. Não sei explicar exatamente o quê, talvez um diferencial no roteiro, sei lá. Só efeitos especiais não me conquistam assim, completamente. E por isso, "Avatar" acabou não me conquistando completamente. Mas fica a mensão honrosa ao James Cameron por realmente ter nos proporcionado uma experiência cinematográfica impressionantes.
Ps: para quem, assim como a minha amiga, fiocu curioso para saber como os os Na'vis fazem sexo, eis a reportagem do Omelete. com http://www.omelete.com.br/cine/100024347/Zoë_Saldana_explica_como_os_Na_Vi_fazem_sexo_em_Avatar.aspx
Sim, eu aluguei "Orgulho e Preconceito" de novo!

