sábado, 9 de julho de 2011
Um jeito diferente de fazer e ver um filme.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
O azar (?) do feriadão
A pessoa que vos fala resolve fazer um passeio cultural. Aproveitar o dia sem trabalho + faculdade para enriquecer o cérebro com coisas inteligentes. Eis que ela decide ir com o namorado e as amiguinhas para a Mostra Hitchcock, no CCBB. Esperando muito suspense, lá vão os quatro assistir A Mulher do Fazendeiro. E qual é a nossa grande surpresa? Ninguém morre, nenhum suspense. Entre os 54 filmes expostos, nós caímos exatamente no filme comédia pastelão. E, ainda por cima, mudo.quarta-feira, 22 de junho de 2011
E não importa quanto o tempo passe...
terça-feira, 21 de junho de 2011
DE REPENTE 30 - Um conto de fadas ao som do Rei (do pop!)
domingo, 13 de março de 2011
Maratona ODEON
| O coração cinéfilo do Rio |
porque isso é dito no primeiro segundo do filme) a única coisa que eu pensava era “Não, o Ed Harris não pode morrer não!”. Não vou contar, mas posso dizer que o resultado me deixou muito feliz. Não só do Mr. Ed, mas de todo o filme.
quinta-feira, 10 de março de 2011
Decepção.
Quem me conhece sabe que um dos meus filmes preferidos é "Casamento Grego", a história da grega Toula (Nia Vardalos) que se apaixonada pelo um não-grego Ian Miller (John Corbett) que tem que fazer de tudo para agradar a família dela. Sou apaixonada por aquele humor bem sitcom que o filme tem. O roteiro é incrível, bem real e sabemos que Nia Vardalos (atriz que interpreta a personagem principal e roteirista do filme) passou realmente todas aquelas situações na vida de grega. Ela é corajosa, mas não mandona. Ele é um doce de homem, sem ser pamonha. Enfim, tudo na dose certa.
E eis que eu estava ontem na casa do meu irmão tomando conta dos meus lindos sobrinhos e zapeando pela TV a cabo quando dei de cara com "Eu Odeio o Dia dos Namorados", com os mesmos Nia Vardalos e John Corbett. Parei para ver porque era escrito e dirigido por Nia Vardalos e fiquei interessada. Se tivesse metade da graça de "Casamento Grego" já seria uma bom programa.
Mas, nossa, que decepção! O roteiro é totalmente previsível e, pior de tudo, completamente sem graça. Tem aqueles filmes que são previsíveis, mas que a atuação dos atores vale. Nesse filme, nem isso. Quanta diferença deles de um filme para o outro. No primeiro, havia uma química incrível entre eles, um sentimento de carinho que passava para o espectador.
Agora, tudo parecia tão forçado! Nia Vardalos ria como a minha boneca da Eliana de 1,10 (aquela que andava 'sozinha'), aquele sorriso travado, de olhos arregalados que, no rosto de um palhaço, podia estar em um filme de terror. Enquanto Ian Miller era o príncipe que toda mulher sonha, sem ser aquele babaca que parece um cachorrinho, Greg de "Eu Odeio o Dia dos Namorados" é um patetão. Traído pela namorada comissária de bordo, fica com aquela cara de cachorro que tomou chuva. Não dá pena, não. Dá raiva mesmo.
Os personagens secundários são outra porcaria "à parte". Parecem ter sido colocados lá de qualquer jeito, só para o elenco não ter duas pessoas. Em "Casamento Grego", a família grega de Toula é enorme, mas, mesmo que você não conheça profundamente cada um dos personagens, eles estão lá e são importantes. Realmente fazem parte da história. Nesse, os coitados dos secundários parecem até figurantes. Podiam entrar mudos e sair calados que, juro, não faria a mínima diferença!
Enfim, uma grande decepção. Até assisti hoje "Casamento Grego" de novo só para poder rir de verdade porque, ontem, não esbocei nem um sorriso.
quarta-feira, 9 de março de 2011
Despretencioso, prazer, meu nome é Woody Allen
'Tiveram que instalar descargas automáticas nos
banheiros públicos. Como confiar na humanidade se não se pode confiar nela nem
para dar descarga sozinha?'
Essa é uma das falas mais genais de Boris, personagem principal de “Tudo Pode Dar Certo”. Agora, o que esperar de um filme que coloca seu personagem principal para dizer, diretamente para a plateia, que aquelas duas horas não te farão alegres? Onde o mesmo personagem diz que a humanidade é uma raça que falhou e que estamos somente à espera de um lugar na sepultura?
É com esse jeitão Dr. House de ser que "Tudo Pode Dar Certo", de Woody Allen, começa. O diretor volta à sua amada Nova York para contar a história de Boris (Larry David, gênio criador de "Seinfield), um físico depressivo, rabugento, hipocondríaco e que se diz o único a ver 'o cenário completo' do mundo. A vida desse cara começa a mudar quando ele conhece Melody Anne Celestine (Evan Rachel Wood), uma garota do Sul que foge de casa e vai para NY mudar de vida.
O encontro dessas duas mentes tão diferentes dá um resultado incrível. E isso se deve, obviamente, à mente genial de Woody Allen, capaz de escrever os diálogos mais incríveis da maneira mais simples. Irônico até o último fio de cabelo que lhe restou na cabeça, Allen abusa da simplicidade também na direção. É bem legal ver os planos mais abertos, onde os dois atores que falam na cena aparecem o tempo todo, sem nenhum corte.
Woody Allen fez um "Tudo Pode dar certo" com um humor levemente desconcertante. Mesmo que Boris fale verdades crueis, o ator e a direção fizeram um trabalho maravilhoso para que não ficasse um clima pesado. Você não olha Boris como um cara depressivo (no sentindo ruim da palavra), mas, sim, um depressivo divertido. Aquele vizinho mala que enche o nosso saco, mas que a gente ama muito.
“Tudo Pode Dar Certo” com certeza não irá mudar sua vida. Nem é o melhor filme do Woody Allen. Mas pode ter certeza que é diversão pura. E, ao contrário do que alerta Boris, você vai sair feliz da sessão.
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Oscar 2011
domingo, 13 de fevereiro de 2011
"Pois estragar a própria vida é um direito inalienável."
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| Lições de vida em 122 minutos |
Ela teve uma infância muito difícil. Seus pais eram complexos e ela foi diagnosticada com uma doença cardiaca pelo pai (médico) por ficar muito feliz ao pai tocá-la no exame mensal. Assim, a mãe, professora, foi responsável por sua educação porque Amélie não podia ir para a escola como as outras crianças por causa da doença fictícia. Amélie se fechou em um mundo imaginário mágico; e ficou assim durante toda a infância, principalmente depois que a mãe morreu (uma mulher se jogou do alto da igreja e caiu em cima dela). O pai tornou-se ainda mais distante e Amélie não via a hora de sair de casa.
Em 1997, Amélie é uma garçonete em Paris. Um moça comum, que trabalha para pagar o aluguel. Mas, ainda é aquela menina solitária, presa em um mundo particular. Seu destino muda quando ela assiste pela televisão a notícia da morte da Lady Di. Ao deixar cair a tampa de seu perfume, encontra um azulejo solto e lá uma caixinha cheia de objetos infantis. Determinada, ela encontra o dono e, ao vê-lo tão feliz, resolve ajudar todas as pessoas ao seu redor.
Confesso que, tanta demora para escrever sobre "O Fabuloso Destino de Amélie Poulain" aqui no blog se deve ao fato de que é muito difícil por em palavras a mistura de sentimentos que é o filme. Pode sair por aí perguntando e vocês vão ver que 99,9% das pessoas que viram o filme abrem um sorrisão quando lembram e só conseguem falar coisas como "Lindo!" ou "Emocionante!". Isso porque ele mexe com a sua alma, o seu coração.
"O Fabuloso Destino de Amélie Poulain" é sobre sentimentos. A carência da menina, o amor da mulher. A solidão do pai, a emoção e a perplexidade de ver seu duende 'viajando' pelo mundo. São sentimentos que todos nós partilhamos e é por isso que nos identificamos tanto com o filme.
A direção de arte dele é absolutamente primorosa. Um colorido bonito que combina com o alto astral de Amélie. Essas cores estão presentes até mesmo nos ambientes mais escuros. Vi no making of que os diretores de arte se inspiraram nos quadros de um pintor brasileiro chamado Machado, que também usava muito verde com vermelho em seus filmes. O roteiro é de uma originalidade impressionante. O filme não seria a mesma coisa sem aquele narrador, falando as caracterísiticas dos personagens, dizendo o que eles gostam ou não.
Agora, como é um filme sobre personagens, seria ridículo se eu fizesse esse post sem falar dos atores. Primeiro, Audrey Tatou, na pele de Amélie. Meu Deus, como é é linda! E como ela consegue, na simplicidade de sua atuação, passar todas as emoções que Amélie sente. Mathieu Kassovitz como Nino, o rapaz por quem Amélie se apaixona também é uma fofura só. E todos os personagens secundários que interpretaram as 'manias' deles de uma maneira tão leve que tudo ficou verossível, quando podia ter ficado piegas e falso.
Bem, eu poderia passar o resto da vida aqui dziendo a palavra "fofo" duzentas vezes. Porque "O Fabuloso Destino de Amélie Poulain" provoca em nós essa coisa aqui dentro do peito. Você termina de ver e simplesmente não consegue parar de sorrir de felicidade. Felicidade por ter visto uma história linda sobre o amor. Mas, acima de tudo, sobre a vida, seus pequenos prazeres, o prazer de se estar vivo, estourar plástico-bolha, tacar pedras no rio e, assim, vencer o tédio, os dramas e a solidão.
Obrigada, Amélie!
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| - Nem a conheço. - Claro que conhece - Desde quando? - Desde sempre…Em seus sonhos. |
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Top 10 - Séries para ver antes de morrer
4. Friends
10. Profissão: Perigo
Angus MacGyver: cara que acaba com um vazamento de ácido sulfúrico usando chocolate, faz bomba usando chiclete, desarma míssil usando clipes de papel, constrói um detector de mentiras com um verificador de pressão e um despertador, tapa um buraco no radiador do carro com um ovo frito... Precisa falar mais alguma coisa?
Menções honrosas:
• Dr. House - Impossível não amar o médico mais mal-encarado de todos os tempos.
• The Big Bang Theory - Ser nerd nunca foi tão cool.
• Glee - Pros chatos de plantão, Glee é, sim, uma das séries mais criativas da TV. E eles são bons de verdade: só com eles para eu ouvir 'The Thong Song'
• Eu, a Patroa e as Crianças - Queria que meu pai fosse como Michael Kyle!
• A Gata e o Rato - Os diálogos ultra-rápidos começaram com Cybill Sheperd e Bruce Willis nessa série dos anos 80 que não perde em nada para os roteiros atuais.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
LOST 6x17 - The End (spoilers - como se ninguém tivesse visto ainda)
Agora, o que eu mais gostei foi do Jack ter morrido! Durante a primeira temporada ele era o grande herói, com todas as boas qualidades do mundo, mas sem ser um chato de galocha. Depois... Ai meu Deus... Ele se tornou tão certinho, previsível e insuportavelmente parecido com a criatura mais chata do mundo nerd: Ciclope. Eu odeio o Ciclope porque ele é todo politicamente correto, não quer fazer nada de errado e acha que matar uma mosca é um grande pecado. Eu gosto dos Wolverines da vida, fortes, sensuais e tão errados que são muito mais divertidos. E lá estava Jack, brigando com o Locke o tempo todo por causa de tudo, não deixando torturarem o Henry Gale (vulgo Ben Linus), "ai, e se ele for inocente, nós estaremos batendo em um inocente!". Chato.
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| See you in another life, brotha. |
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
O lixo de Gramacho vai parar em Hollywood.
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| Cena do filme "Lixo Extraordinário" |
Confesso que não vi o documentário, mas tive o prazer de visitar Gramacho durante a escola técnica. Fomos lá coletar chorume in natura e após o tratamento (tem uma estação lá) e fazer ensaio toxicológico, ou seja, ver como animais reagem à essas substâncias e se elas são tóxicas ou não.
Mas passando por lá, é impossível não reparar nas pessoas trabalhando. Em um momento, um caminhão chegou e despejou o lixo perto dos catadores. Um deles achou um saco redondo em forma de bola de futebol, chamou os amigos e começou a jogar. Um menino da minha turma tirou uma foto daquilo e ficou sensacional: no meio de uma montanha de lixo (literalmente! quando eu fui lá, o morro já tinha uns 30m) caras jogam bola, se divertem. Impossible is nothing.
Pelas críticas que tenho lido sobre o documentário, esse é o maior mérito dele. Foca no trabalho de Vik Muniz, mas também no sonho daqueles catadores, na emoção deles de ver aquelas obras de arte. També mostra a noção deles de arte e como eles enxergam o lixo lixo rico x lixo pobre) Além disso, também tenta levar o espectador para aquele realidade tão diferente, às vezes tão cruel, que muita gente tenta ignorar, mas que existe e faz parte da vida de todo mundo. Afinal, Gramacho recebe o lixo de praticamente todo o RJ.
Não se se o documentário é bom, mas é realmente sensacional ver uma produção brasileira (mesmo que em parceira com a Inglaterra) na luta por um Oscar. Mas o que eu queria ver mesmo é a cara dos poderosos da Academia vendo aquelas imagens de um Rio de Janeiro tão diferente do que eles estão acostumados a ver por aí. Mulata pelada? Praias lindas? Apartamentos gigantescos de frente para praia? Para mim, o maior mérito de "Lixo Extraordinário" é mostrar pro mundo uma realidade carioca que muita gente quer mais é escorregar pra debaixo do tapete. Mais ainda, mostrar que existe uma tão beleza exuberante naquilo.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Harry Potter - O fã nunca foi tão feliz
E, graças a Deus, parece que a Warner finalmente entendeu esse sentimento que assola tantos e tantos fãs espalhados pelo mundo. Depois de seis filmes medianos - tô tentando ser fofinha, senão diria sofríveis - o grande receio era que as duas partes derradeiras não fizessem jus à maravilhosa série de livros, sempre infinitamente superiores às películas.
Mas não. Pelo primeira vez, um filme do Harry Potter foi feito inteiramente para os fãs. Afinal, eles que passaram mais de dez anos lotando livrarias, indo à pré-estreias fantasiados, comprando trocentos badaluques como varinhas, livros, caldeirões e pomos de ouro. Fãs que tatuaram no corpo o amor à Harry Potter e que passaram seis filmes fazendo bonequinhos de vodu com diretores e roteiristas. Tudo bem, eu exagerei bastante. Os filmes eram ruins mas não tanto assim. Porém, o que mais irritava era que eles nunca se lembravam do fã de verdade. O filme tinha que ser comercial, então que se dane a personalidade dos personagens, a história da J.K, que se dane tudo. Vamos vender é ingresso, ueba!
E como isso dava raiva! É claro que dá para fazer um filme comercial e que ainda agrade aos fãs! "O Senhor dos Anéis" está aí para comprovar. E olha que o enredo do Tolkien é muito mais complexo que o da J.K.. Ele era muito mais detalhista e o mundo dele infinitamente pior de tentar explicar. A grande diferença entre as duas séries é que Peter Jackson amava "O Senhor dos Anéis" e fez a melhor adaptação possível, mesmo cortando as coisas.
"Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 1" conseguiu chegar nesse nível. A gente sabe que é impossível manter tudo do livro, até porque tanta coisa foi cortada nos filmes anteriores que ficaria rídiculo. Por exemplo, o Lupin é um personagem importantíssimo nos livros, que sempre está presente. Seria estranho colocar todo o drama sendo lobisomem, se casando com uma humana e procriando (correndo o risco de passar a doença para o filho) nos filmes, onde o coitado mal aparece! Mas tudo bem, o fã entende. Entende que a equipe fez o melhor possível. E que melhor! O resultado é sensacional! Direção, atuação, trilha sonora, fotografia, figurino... Tudo parece ter conspirado a favor. Esse não um excelente filme pros 'padrões Harry Potter'. É um excelente filme e ponto final. Comparável à clássicos como a própria trilogia do Anel.
Para começar, David Yates conseguiu achar o ponto na direção depois de três filmes. A gente sabe que os livros foram amadurecendo junto com os personagens. A mesma coisa aconteceu com os filmes. Esse é o capítulo mais denso, político e assustador da história. Harry agora está fora de Hogwarts, longe da Ordem da Fênix e da proteção de Dumbledore. Ao seu lado, Rony, Hermione e um rádio, onde ele procura notícias dos amigos. O trio está vagando pelo mundo à procura das Horcruxes, objetos onde Voldemort guardou um pedaço de sua alma para se tornar imortal. Eles não sabem aonde ir, estão perdidos, com fome, sem lugar para dormir e sem saber que rumo tomar. O uso de câmera na mão favoreceu passar esse sentimento ao espectador e Yates usou planos longos, contemplativos para transmitir a sensação de completa desorientação dos personagens.
Mas é claro que nada disso seria possível sem a perfeita atuação dos atores. Daniel Radcliffe merece créditos por se esforçar ao máximo no papel principal. Ele está muito melhor, cresce a cada filme e deve ser mesmo dificil carregar nas costas a esperança de dois mundo (o bruxo, como Harry; e o trouxa, como Harry). Emma Watson sempre a melhor dos três. E prova mais uma vez que tem um belo futuro no cinema. A cena em que ela apaga a memória dos pais é tocante. Não tem nenhuma fala, mas a expressão de Emma é realmente de cortar o coração. Agora, a primeira parte é de Rupert Grint. Ele sempre foi bom, mas nesse filme teve a oportunidade de mostrar seu talento. É mais do que o amigo engraçado de Harry para se tornar um verdadeiro guerreiro, um herói. E, agora, tudo fica mais complicado para o trio principal, que está sozinho mno mundo trouxa, sem a proteção dos muros seguros de Hogwarts.
E os atores 'secundários', que salvaram os outros filmes do completo desastre, mais uma vez provam porque foram escolhidos a dedo para os papéis. Alan Rickman dá show e faz um Snape melhor do que o que vive na imaginação da própria J.K. Ele é e sempre será o melhor de todos. Ralph Fiennes, que isso, é um Voldemort assustador. Jasoon Isaacs mostra outro lado de Lucius Malfoy: amedrontado. E ficou super eficiente. Agora, o destaque não poseria ser outro: Helena Boohan Carter. Ninguém mais poderia ter feito Belatriz. Nossa eterna Marla Singer está perfeita no papel, sem tirar nem pôr nada.
Agora, um adendo muito especial: Dobby. Ai, como ele é um personagem fofo! Nos livros ele sempre esteve ao lado do Harry, ajudando e salvando-o. E, meu Deus, conseguiram fazer jus a toda a história dele nesse filme. Seu discurso antes de ser atacado por Belatris (ai Jesus, se você ainda não sabe a história, se mata), me fez chorar! Sim, eu chorei por causa de um boneco de computador, e daí? Quando ele começou a falar sobre liberdade meus olhos marejaram porque eu sabia o que estava por vir (tá bem, você ainda não viu, então não vou contar mais nada)
Sim, eu já vi Harry Potter duas vezes. E poderia ter visto a terceira, a quarta, a quinta... Enfim, é um filmaço. E eu estou mais do que feliz com o resultado: estou radiante. Pela primeira vez essa fãzoca aqui tem orgulho de dizer: "vou ver Harry Potter!" Valeu, Warner! E aguardo ainda mais ansiosa pela Parte 2! Malfeito feito!
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Tarantino elege seus filmes preferidos em 2010 (fonte: Omelete)




















