terça-feira, 21 de junho de 2011

DE REPENTE 30 - Um conto de fadas ao som do Rei (do pop!)

Se tem uma coisa que eu adoro e não tenho vergonha de admitir são as comédias românticas dignas de "Sessão da Tarde". É difícil imaginar que eu, uma pessoa que se auto-intitula cinéfila, sentada no sofá chorando porque o lindo menino beijou a menina no final, certo? Hãn, certo só se você nem me conhece. Ou se está lendo este blog pela primeira vez. Qualquer relez mortal sabe que uma das coisas que eu mais gosto da face da terra é uma linda declaração de amor e um belo beijo no final. Afinal, sou a garota que ama CSI, mas que ama ainda mais aquela espera por um toque que for entre o Grissom e a Sara. A garota que quase teve um ataque cardíaco quando o Mr. Darcy tocou na mão da Elizabeth Bennet pela primeira vez ajudando-a a subir na carruagem, no filme de "Orgulho e Preconceito". E, hoje, me tornei a garota que chorou lendo o final do último livro do Diário da Princesa, "A princesa para sempre".

Pois é. E hoje essa garota veio escrever sobre uma de suas comédias românticas preferidas: De repente 30. Este é um filme muito legal por diversos motivos. Primeiro, começa nos anos 80 e eu adoro os anos 80! Não tem como não gostar de um filme cuja trilha sonora tem músicas de Madonna, Pat Benatar e, ELE, Michael Jackson! Além daquelas roupas super coloridas, All Stars de cano longo, MTV e Bruce Springsten.

Outro motivo é: quem é o príncipe? Mark Ruffalo! Ele estrela outro dos meus filmes preferidos: "E se fosse verdade", aquele em que chorei pelo shopping por pelo menos uma hora depois de assistir, fazendo minha mãe passar vergonha e os transeuntes terem vontade de tacar batatinhas fritas do McDonald's em cima de mim, com medo da minha pessoa. Como não gostar de um filme com o Mark Ruffalo?

Mas, acima de tudo, "De repente 30" é um filme muito bem feito. De verdade. Jennifer Garder está perfeita no papel de Jenna Rink, a garota de 13 anos que um dia acorda com 30. Ela parece realmente uma menininha perdida, mas deslumbrada com o mundo a sua volta. Tem aquela comédia bobinha, mas é realmente engraçado porque o roteiro é bem escrito e os atores estão fantásticos em seus papéis.

Eu defendo com unhas e dentes a tese de que um filme tem que ser bom, primeiramente, para o que ele se propõe a ser. Se o filme quer ser inteligente e não consegue chegar lá, então ele é ruim. Agora, "De repente 30" quer ser uma comédia fofa; e consegue ser uma comédia fofa. Tem tanto filme do gênero por aí que não consegue causar 10% das risadas nem 5% dos sorrisos que "De repente 30" consegue. Por isso, coloque o DVD, agarra-se em um travesseiro fofo com um panelão de pipoca e chocolate. E sorria! Com, os reis do pop, o amor está no ar!


Um comentário:

  1. qual era a profissao dela no filme? me responda no meu blog http://aoalcancedamoda.blogspot.com/ la tem uma caixinha cbox ... ok ? obrigada

    ResponderExcluir