sábado, 17 de janeiro de 2009

O dia em que eu quase alaguei um shopping.


Antes de qualquer coisa: existiam forças em ação naquele dia que me deixaram mais manteiga que o normal.
No entanto, este filme tem méritos de ser aquele que mais me fez chorar. Baseado num livro de Marc Levy, um autor francês, conta a história de amor entre David e Elizabeth (no filme - no livro o nome dos personagens muda, mas isso é só um detalhe). Elizabeth é uma médica muito dedicada, que sempre trabalhou muito durante toda a sua vida, mas que tem a única oportunidade de entender e aproveitar melhor a sua vida quando já está quase morta: em coma profundo após um acidente. David é um paisagista que tem passado por uma situaçao muito dificil em sua vida e que, por causa disso, 'parou' de viver. Duas pessoas em busca de uma coisa só: a vida, e vida para ser vivida intensamente e apaixonadamente.

Clichê, não? É, bastante...
Mas o filme causa um sensação tão estranha no nosso estômago. É como se você realmente parasse para pensar no que você tem feito da sua vida e em como o amor pode mudar e nos trazer de volta às alegrias. Não é uma 'lição de moral', muito pelo contrário. O filme nos mostra a alegria de admirar um jardim, o amor sincero e a preocupação entre irmãos ou entre amigos. Isso tudo de um jeito simples, encantador e verdadeiro.

Mark Ruffalo e Reese Witherspoon convencem como o casal principal e possuem uma química muito linda. A fotografia é maravilhosa e retrata uma São Francisco 'celestial'. O humor é exato, na hora certa. E o amor é abordado com bastante delicadeza. Aliás, tem uma cena, quase no fim do filme (quando pessoas choronas como EU começam a se debulhar em lágrimas) que David e Elizabeth têm sua 'noite de amor' - tá, isso soou brega, mas enfim - É uma das cenas de amor mais lindas que eu já vi e o mais importante: nada de beijos calientes, nada de nada aparecendo.
É só o amor, simples como ele deve ser.

Depois disso, o final triste começa, mas com outro detalhe que me fez chorar mais ainda: um homem capaz de tudo para salvar a mulher que ama. E sabe o que é melhor? Eu conheço homens assim. Por isso, o filme nao se torna clichê, se torna REAL. É ruim assistir e pensar 'Ah, isso só tem em história.' Mas eu sei que não é verdade e, portanto, David Abbot pode ser um cara de verdade, que te ama de verdade e que é capaz de tudo por você.
Lindo, não?
É, lindo demais.
Lindo como 'E se fosse verdade...' ♥


2 comentários:

  1. ohhhhhh q bunitinho, minha romanticazinha^^, e eu vi esse filme com vc^^, bo, nao me agradou o tanto q te agradou, mas, é melhor do q os filmes cliches do tipo "uma linda mulher"

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  2. esse filme é mt fofo sim!!
    mas num chorei tanto assim
    qnto em diario de um paixao
    ou antes q termine o dia,lembra
    da minha choradeira???!!!
    mas confesso eu prefiro um amor
    pra recordar hehe!!
    bjos

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